sexta-feira, 21 de agosto de 2009


Que extra-ordinário escrever, expor meus sentimentos! Coloco uma armadura de minhas costas, em um papel, Que sentimental eu sou!

Palavras nem sempre tem o mesmo sentido que eu tive ao escrever! Cada um se derrete ao ler, em diferentes colocações... Como diria uma parte da musica do engenheiro “a tantos quadros na parede, a tantas formas de ser ver um quadro!”

Não acho bom me revelar em palavras em um simples papel, Muitas vezes isso é solidão, e procuro algo para descrever o que sinto, é algo, de não se sentir bem em minhas próprias opiniões, ou me confessar para um simples papel, esperando que ele me de conselhos!

(que sonho vivo)

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